Theoricus Prospicio

Video Positivo da Semana – Positive Video of the week

17/12/2009 · Leave a Comment

Theoricus is already entering the holiday mode, when people have less time on their hands due to the amount of end of year parties and events, so I’ll focus on videos and positive stories for a couple of weeks.

Theoricus está entrando em ritmo de fim de ano já, quando as pessoas têm menos tempo para acompanhar o blog, dado as festas e eventos de fim de ano. Portanto, nas próximas semanas o foco será apenas nos vídeos e histórias positivas.

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From the Playing for change project. Do projeto Playing for change, do qual já falei aqui.

Open up the speakers….

Som na caixa…

Link – Playing for change video

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Comunicação – 2a parte – Cuidados e exercícios para melhorar

08/12/2009 · Leave a Comment

Para os interessados em se aprofundar um pouco mais no tema, seguem alguns modelos e dicas interessantes sobre como ter conversas delicadas, ou importantes, tentando atingir o máximo de efetividade na sua comunicação.

Um ponto crucial na comunicação é sempre tomar o cuidado de torna-la o mais próxima possível dos seus sentimentos e de fatos e o mais distante possível das acusações, julgamentos e insinuações sobre o outro lado da conversa. Esta distinção pode fazer ou destruir qualquer interação.

Quando alguém diz para seu marido “você está me decepcionando” isso imediatamente deixa a outra pessoa na defensiva e a comunicação já passa a ser contaminada pelo sentimento de defesa e ataque. Já a frase “você esqueceu do meu aniversário hoje, isso me deixou muito chateada” pode iniciar uma conversa de maneira completamente diferente, levando a resultados bem melhores.

Outro ponto importante na segunda frase acima é a limitação aos seus sentimentos. Com os seus sentimentos ninguém pode discutir e você evita de fazer um julgamento da outra pessoa. Imaginem se ao invés da frase acima, essa mulher tivesse dito “você não se importa comigo, esqueceu do meu aniversário”. Parece a mesma mensagem, mas é completamente diferente:

- Na 1a apresenta-se o fato e como isso lhe afetou, dando abertura para o início do dialogo

- Na 2a apresenta-se o mesmo fato, acompanhado de uma acusação, iniciando a conversa com um comportamento defensivo da outra parte, que agora se “defenderá”

O mesmo acontece ao se criticar o trabalho de um funcionário, por exemplo. O abuso verbal e intelectual é muito comum em muitas empresas e relacionamentos, tornando os ambientes  muito pouco saudáveis. Ao comentar para seu funcionário que o “trabalho está uma porcaria”, por exemplo, você garante a ferida emocional, sem ganhar nada em troca. Um outro caminho para um trabalho igualmente mal feito, por exemplo, é: “não gostei porque a idéia que estamos querendo passar para o cliente não está bem apresentada, principalmente neste ponto aqui…”. Você deixa de atacar a outra pessoa e passa a criticar de maneira construtiva, que reconhece o que há de bom no trabalho, enquanto constrói o resultado que espera obter.

Novamente, a mensagem parece a mesma, mas é completamente diferente. E, salvo um trabalho, realmente, desastroso, vale sempre a pena começar qualquer critica com um ponto positivo, contanto que ele não seja falso. Será melhor para você, para o funcionário e para o rendimento futuro dele. E todo esse parágrafo acima pode servir também para as conversas entre famílias e casais.

Outra forma de pensar nas conversas importantes é seguir um checklist prévio, como o proposto pelo renomado psiquiatra francês David Servan-Schreiber, que propõe uma lista de 6 pontos que ajudam a resumir os conceitos acima (este é apenas uma das diversas propostas que existem nessa área):

-       Fonte: é importante falar com a fonte do problema e a pessoa que pode resolve-lo. Quantas vezes não discutimos com a pessoa errada, a pessoa que não pode resolver o problema, que não possui a autoridade ou os meios para isso ou, até mesmo, pessoas que não tem nada a ver com o problema? Esse é um problema bastante comum no dia a dia de muita gente.

-       Hora e Local: é importante estar em um local favorável à conversa que se terá. Muitas conversas só devem ser tidas em locais reservados, por exemplo, e nunca em público.

-       Aproximação Amigável: nada pior para uma conversa do que inicia-la de uma forma que coloca a outra parte na defensiva. Por isso Servan-Schreiber recomenda, como discutimos acima, a utilização, sempre que possível, do nome da pessoa no início da conversa e do relato de algo positivo sobre ela, contanto que esse algo seja verdadeiro. Tentem. A mudança é visível.

-       Comportamento Objetivo: é preciso ir direto ao âmago da questão e explicar o comportamento que leva a seu desagrado. É importante tentar se ater aos fatos, sem nenhum tipo de julgamento moral, senão, como vimos mais acima, os resultados não serão bons.

-       Emoção: é preciso falar das suas emoções, do que você está sentindo. Entretanto é importante evitar falar de raiva, pois a raiva é um comportamento direcionado ao outro e o resultado será a defensiva. Será muito mais efetivo para conversa se você falar somente do que está sentindo, dos seus próprios sentimentos. Se alguém lhe diz que está com raiva de você, imediatamente você entra no comportamento defensivo.

-       Desejo: você pode até parar no ponto acima, mas será melhor se, além das suas emoções, você decidir falar também sobre os seus desejos e anseios que você acha que não estão sendo atendidos, mas lembre-se: sempre falando sobre você e não julgando as ações dos outros.

Assim como nos exercícios do último texto, essa prática não é fácil, mas sua utilização garante resultados melhores para seus relacionamentos e suas comunicações. Um bom caminho é começar pegando um ou dois pontos que você acha mais fáceis e ir tentando adicioná-los em suas conversas no dia a dia. Vá testando e vendo o que funciona para você e onde você precisa melhorar. Comece da maneira que achar melhor, mas comece. É preciso praticar, não existem atalhos!

Dicas de fontes: entre os muitos autores que podem servir de inspiração, destaco o psiquiatra francês David Servan-Schreiber, o psicólogo americano Marshall Rosenberg, assim como o administrador americano Robert Greenleaf e o advogado William Ury. Mas existem muito outros também importantes. Como sempre, os interessados em mais fontes ou nomes de textos podem entrar em contato.

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Comunicação – Seus problemas, soluções e importância para a felicidade

03/12/2009 · 1 Comment

Caro leitor, seguindo no tema do “o que isso importa para a felicidade”, hoje a conversa é sobre a comunicação. Não importa se ela é entre pais e filhos, marido e mulher, amigos, colegas de trabalho ou chefe e subordinado. As falhas e os problemas nas comunicações ocorrem em todo tipo de conversa e em todos os lugares do mundo.

E porque isso é importante? Porque, de acordo com inúmeros estudos* uma das condições que mais afetam a felicidade das pessoas é a qualidade e quantidade de seus relacionamentos. E como os psicólogos Shane Frederick, do MIT e George Loewenstein, de Yale, demonstraram em seu estudo intitulado “Adaptação Hedônica”, embora o ser humano se adapte a muita coisa, ele não consegue se adaptar ao conflito interpessoal. Ou seja, aquele conflito crônico com seu parceiro/parceira, chefe ou colega de trabalho será uma de suas principais fontes de infelicidade. Mesmo quando você não estiver junto com aquela pessoa, este conflito continuará presente nos seus pensamentos, enquanto você repassa e reflete sobre a última discussão ou o último problema. E tudo isso pode partir da comunicação feita de maneira errada, pois ela pode levar a rompimentos, brigas, discussões em série e toda sorte de problemas interpessoais. Conflitos estes que, muitas vezes, poderiam ser evitados tomando algumas precauções simples.

Para começar a pensar sobre o assunto, vamos nos ater a apenas três pontos que são de extrema importância para a boa comunicação:

- Comunicação não é o que você quer dizer e sim o que a outra pessoa entende
- A importância da auto-análise e da análise da outra parte para a comunicação
- Poucos de nós ouvimos, de verdade, o outro lado

Esses três pontos colocam o dedo em alguns dos principais problemas de comunicação. Um caso clássico que é muito repetido e serve de bom exemplo é do pai que fala para a filha parar de fumar. O pai acha que está falando sobre a saúde da filha, sobre as conseqüências futuras daquele hábito, enquanto a filha escuta um argumento sobre a limitação da sua liberdade e das suas escolhas ou uma afronta a sua rebeldia, por exemplo. O resultado todos sabem qual é.

Por isso que, em qualquer comunicação é preciso ter muito cuidado não só em como se vai dizer algo, mas também em saber como a outra pessoa entende o que você está dizendo, quais os pontos de vista e interpretações que estão sendo utilizados para julgar sua mensagem. E, por mais que você ache que a outra pessoa está entendendo exatamente o que você está falando, a realidade pode ser bem diferente.

Essa situação seria muito mais fácil se usássemos uma figura conhecida da comunicação por rádio, o termo “peço cotejar”, que significa: repita tal qual entendeu, a mensagem enviada. Ou seja, me diga o que você entendeu do que eu acabei de dizer. Mas na vida real não dá para fazer isso, senão uma simples conversa demoraria horas.

Essa impossibilidade faz com que seja de suma importância ter essa característica sempre em mente, ao realizar qualquer comunicação. Alem de ter muito cuidado na análise do que você acredita ter sido o entendimento do outro lado. Isto porque as conversas sofrem influência de diversos fatores importantes que podem modificar ainda mais o entendimento e a interpretação das mensagens, entre eles o estado de espírito e acontecimentos recentes da vida de ambos os lados:

- Se você está estressado, sua chance de interpretar de maneira negativa algo que seu chefe lhe fala é aumentada. Pode ser que um comentário que, em um dia normal, não fosse nem lhe incomodar, hoje incomode muito. Mas não porque seu chefe lhe quer mal, ou não gosta de você (o mesmo vale para qualquer conversa) e sim porque seu filtro hoje está modificado.

- O mesmo pode acontecer do outro lado, com estresses e problemas não relacionados a você que a outra pessoa possa estar tendo. Você acaba discutindo ou brigando, mas o motivo real não é aquela conversa e sim a briga que seu chefe teve com a mulher dele hoje cedo, ou a briga que seu marido teve com o chefe dele no trabalho e que resultou em uma discussão em casa, os exemplos são inúmeros e tenho certeza de que o leitor já pensou em vários ao ler estes parágrafos (e se não pensou, pode começar a prestar atenção).

Os fatores ambientais afetam de sobremaneira as conversas e as interações, portanto tente sempre fazer uma auto-análise de como você está, do seu filtro naquele dia, ou em um determinado momento, pois ele não é estático. Também é importante tentar pensar sobre os fatores que possam estar influenciando o outro lado. E lembre-se que sua análise sobre o outro pode estar 100% incorreta, mas mesmo assim já servirá para preparar melhor suas respostas e interpretações.

E estes mesmos conselhos servem para as negociações também, pois embora elas sofram de outras interferências e particularidades, saiba que a maior parte das conversas que temos durante o dia são, no fundo, negociações. Elas só não levam esse nome, mas na vida real, queira ou não queira, todos nós negociamos o tempo inteiro.

Outro fator importante na comunicação é tentar não exagerar em detalhes que não acrescentam à mensagem que se quer passar. Isso pode ser explicado com um exemplo muito fácil, este artigo. Poderia passar 3 dias revisando o português, as virgulas e pontuações para deixa-lo impecável. Entretanto, meu objetivo com este artigo não é entrar para a Academia Brasileira de Letras. É muito comum as pessoas esquecerem dos seus objetivos finais no meio de conversas ou comunicações. No meu caso, o importante é revisar para evitar os erros grosseiros, para deixar o texto fácil de ser lido e para tentar passar as mensagens principais. O resto é desnecessário para essa comunicação. Tentem sempre se lembrar dos seus objetivos, pois perde-los de vista no meio de conversas e, principalmente, discussões é muito mais comum do que se imagina, principalmente nas conversas que envolvem uma carga emocional maior, como nos relacionamentos, tanto os familiares, como os amorosos.

É fácil? Não. Tentar fazer essa análise de sentimento e de objetivos não é fácil não, ainda mais no dia a dia. Mas tentem começar como um exercício, nem que seja uma vez por dia, ou só em conversas mais sensíveis e vejam por si próprios como faz diferença. Vale a pena tentar, simplesmente pelo fato dos benefícios para você e para os que o cercam serem enormes. Comece no seu ritmo, na quantidade e forma que achar melhor, mas o importante é começar.

O 3o ponto que temos para conversar, o fato da maioria das pessoas não ouvirem, de verdade, as outras, ficará para o próximo texto, dado a extensão de nossa conversa de hoje.

Boa sorte!
*os interessados em saber diversos estudos a respeito podem entrar em contato que passo as referências.

Este texto é apenas uma referência, já que o assunto tem material suficientes para preencher um ou mais livros, mas espero que já sirva como um primeiro abrir de olhos para os inúmeros fatores envolvidos na comunicação/negociação.

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Vídeo Positivo da Semana

02/12/2009 · Leave a Comment

Amigos,

Este vai fora do dia normal, mas é especial. No belíssimo especial “Elas cantam Roberto” da Globo a música de encerramento foi “Como é grande o meu amor por você”. Por si só, já seria um vídeo excelente, pois são uma dúzia de cantoras brasileiras, todas com vozes incríveis, cantando junto com o Rei.

Mas, prestem muita atenção no começo da música e verão um momento ainda mais especial!

O Rei Roberto diz “gostaria de dizer um obrigado muito maior do que todo esse obrigado que estou dizendo”, a música começa, ele vai começar a cantar, é o timing da letra, ele enche os pulmões, abre a boca, se aproxima do microfone e…. se emociona, não consegue cantar! Olha pra baixo, respira, a câmera estava em close, dá pra ver o sentimento no rosto, se “solta”, olha pra trás, mas aí as cantoras vão entrando e ele, então, começa a cantar, começando a primeira estrofe fora do timing!

Belo momento do Rei! Fala para eles Roberto…

Link para o vídeo no You Tube

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O que você ama? E o que isso tem a ver com sua felicidade?

26/11/2009 · 2 Comments

O que eu amo? Está aí uma pergunta aparentemente fácil, mas na realidade, extremamente difícil de ser respondida. O leitor pode achar que tem capacidade de responder essa pergunta agora, sem nem precisar pensar muito. E não duvido, tem mesmo. Mas ela terá a mesma profundidade da resposta dada a um “tudo bem contigo?” quando cruza com um conhecido na rua.

Não. Queremos chegar a um ponto mais profundo, mais significativo, queremos chegar ao ponto do leitor responder, verdadeiramente, a questão “o que eu amo?”. Nos dias atuais são muito raras as pessoas que decidem refletir sobre essa importante questão. Aliás, são raras as pessoas que decidem refletir e ponto. Principalmente quando se excluem as reflexões sobre os assuntos relacionados ao trabalho. O mundo caminha a uma velocidade cada vez maior, as pessoas estão cada vez mais preocupadas, mais estressadas e mais voltadas para as ações necessárias para chegarem onde querem, ou pelo menos, onde pensam querer chegar.

Sim, a velocidade da vida e a dedicação aos supostos objetivos é tão grande, que a maior parte das pessoas se esquece de dedicar um vigésimo de suas atenções para o lado interior, para as reflexões. Correm na direção de onde querem chegar, cada vê com mais pressa, mas no fundo, não sabem onde querem chegar. E depois ainda se espantam de ficarem insatisfeitas, estressadas e, muitas vezes, deprimidas, ao perceberem algo errado. O resultado pode ser visto em pesquisas como uma recente matéria de capa da revista Época Negócios, que comprovava a infelicidade reinante entre os executivos brasileiros.

Os psicólogos Ken Sheldon, da Universidade do Missouri e Tim Kasser, do Knox College, descobriram em seus estudos que as pessoas que são mentalmente saudáveis e felizes tem um alto grau do que chamaram de “coerência vertical” nos seus objetivos de vida. Isso quer dizer que seus objetivos imediatos e de curto/médio prazo, são degraus em direção aos seus objetivos de vida de longo prazo. Portanto, ao se perseguir os objetivos de curto prazo, a pessoa está, ao mesmo tempo, perseguindo suas metas de longo prazo. Como o autor brasileiro Nelson Rodrigues dizia: nada mais difícil do que explicar o óbvio. E nada mais complicado de se colocar em prática também!

Quantas pessoas não perseguem objetivos de curto prazo que conflitam com seus objetivos de longo prazo? Quantas não perseguem objetivos de longo prazo que nem são seus, mas que elas adotam por alguma necessidade, por pressão social, por falta de reflexão sobre seus próprios objetivos e tantos outros motivos? É poderoso observar pessoas que defendem com unhas e dentes “seus” objetivos de vida, no momento em que descobrem que eles não são seus e se pegam a lidar com a questão que liberta, mas amedronta ao mesmo tempo: o que eu amo?

Como quase tudo que vale a pena na vida, não existe caminho fácil ou atalho. Para chegar a uma resposta é preciso trabalhar e se dedicar à reflexão, mas há um porém: essa é uma atividade que você pode ter certeza que só lhe trará grandes benefícios, pelo menos no longo prazo, já que no curto, pode ser duro ter que encarar que mudanças podem ser necessárias. Um caminho entre os muitos possíveis é começar refletindo sobre essa pergunta, se perguntando, repetidas vezes, até mesmo antes de tentar responde-la.

Comece meditando (sim, isso é uma meditação. Qualquer momento em que você traz sua atenção para você mesmo, para dentro, é uma meditação) por alguns poucos minutos por dia, ou o tempo que conseguir e for apropriado para você. Não é preciso conversar com os outros, nem contar para ninguém, a não ser que você queira. Mas tenha cuidado de conversar abertamente só com as pessoas que acredita entenderem a questão, pelo menos no início. Isto porque as pessoas que preferem não pensar no assunto, também costumam não gostar de ver os outros o fazendo e podem desencorajar o leitor. Ver alguém do seu lado tomar uma atitude corajosa, nem sempre é fácil, pois te obriga a refletir, mesmo que involuntariamente, sobre suas próprias decisões. E o que fazer com a resposta à essa pergunta? Isso é uma outra conversa.

A qualquer momento, aqueles que desejarem entrar em contato, perguntar ou contar experiências, sintam-se livres.

Boa caminhada.

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The times they are a-changin’

26/11/2009 · Leave a Comment

Dear readers,

Once more, Theoricus will change, reaching its final stage (before the next change).

As my other blog has taken a turn to the political side, all articles about happiness, health, heuristics, psychology, etc… will appear hear and that means the return of articles written in portuguese, along with the english ones.

Best to all,

TP

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Positive Story of the week – Three lives, two hits, one happy ending

18/11/2009 · Leave a Comment

Friends,
Here’s the link to the incredible positive story of the week. It’s long but it’s really worth reading. Unbelievable story on strength of mind, perseverance and the power or forgiveness. I’ll keep my comments short because it’s a long story.

Enjoy!

Link to the story: Sports Illustrated November 2009

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Videos of the week

13/11/2009 · Leave a Comment

Dear Friends,

This week the friday videos are really special. This link will take you to a blog with a compilation of really nice videos. I didn’t embed the videos here because I don’t want to take from the person who had the trouble of putting them together.

They are all very good, but the last one is incredible! For the non-americans, bear in mind that this past Wednesday was Veteran’s Day in the US.

Keep the tissue box near you…

This is the link to the videos – Mentalfloss.com

Amigos, esses são os vídeos da semana. Foram compilados em um blog americano, em uma celebração ao Dia dos Veteranos, comemorado nessa última 4a feira. Eles mostram a chegada em casa de vários soldados voltando de seus “tours” no Iraque e Afeganistão. Não falarei mais para não estragar a surpresa. Aviso: eu deixaria a caixa com lenços do lado do computador.

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11yr old creates his own NGO to help the homeless!

09/11/2009 · Leave a Comment

A very nice story. Cool kid and, I’m pretty sure, very good parents that have educated and supported him!

Zach, 11 yrs old

Zach Bonner, 11, is walking to the White House to raise awareness of homless children in the U.S.

It all started during Hurricane Charlie. Zach Bonner, then just 6 years old, took his little red wagon door to door in his neighborhood to collect clean water for the victims. After four months, Zach had collected 27 truck loads of supplies.

“Some boys like football or baseball, Zach likes doing charity work,” his mom says. He liked it so much by the time hurricanes Katrina and Rita hit, Zach’s family needed to set up a foundation because of the amount of monetary donations he was taking in. They named it Little Red Wagon Foundation, after the moniker he received around town during Charlie.

His latest mission doesn’t include the wagon, just his feet, and a 1,225-mile journey of the “My House to the White House” project. This is the last walk he is doing to raise money and awareness for the 1.3 million homeless kids in the United States. The money is going to setting up apartments for them. “It’s really hard not to help. Once you’ve met them and heard their stories, it’s hard not to want to help,” Zach, now 11, tells us.

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This entry was copied from the CNN Blog “Young People who Rock”, written by Nicole Lapin. It was written a couple of months ago, so Zach has already completed his task and is on to another one.

Little Red Wagon Foundation – http://littleredwagonfoundation.com/
My house to the White House – http://zachtracker.com/

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Positive Story of the day: What integrity looks like

06/11/2009 · Leave a Comment

(starting a new category in the blog: “Positive Story of the day”)

The folks at Goodwill Industries of South Florida in Miami are filled with, well, more good will than most may expect.

A recent, generous donation from a hotel included the usual: furniture, mirrors, lamps, paintings and other decorative pieces. While going through those, workers stumbled across a life-size, bronze statue of a ballerina weighing in at 2 ½ tons!

Intrigued by the expensive-looking, signed statue, the management at Goodwill in Miami did some research and identified the original artist and the fact that only ten such ballerinas were produced decades ago. When they were created, collectors paid half a million dollars for each piece.

According to Goodwill, the sculptor of the piece is Sterett-Gittings Kelsey.

However, not many bargain hunters head to Goodwill searching for $500,000 statues. Savvy art dealers recommended Goodwill sell the statue in the worldwide art market. They could bring in a fortune, all for the nonprofit organization.

But rather than reel in the big bucks, the management at Goodwill decided to return the ballerina.

“Once we learned of the value and history of the ballerina and that the ballerina came from a large corporation that has gone through several ownership changes over the years, we suspected that the owner did not have a clue of the value of the statue,” Dennis Pastrana, President and CEO of Goodwill, said. Goodwill then advised a representative of the owner, who was pleasantly surprised that Goodwill contacted them.

“We have a reputation for integrity and honesty. And while we could have kept the statue, in good conscience we knew that it would have been wrong and unethical to attempt to sell such a valuable piece of art without notifying the donor first.”

The donor, who has requested to remain anonymous, had already been generous. “Their other donations have translated into a value of about $68,000 to Goodwill,” said Pastrana.

Goodwill Industries is a national nonprofit social services organization for training and employing people with disabilities. In 2008, the institution provided training and employment services to over 4,800 people with disabilities and special needs in Miami-Dade and Broward counties.

From CBS Miami – Kimberley Chapin – http://cbs4.com/watercooler/goodwill.miami.ballerina.2.1172567.html

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